Rádio Nacional homenageia Dia Internacional dos Povos Indígenas
Neste domingo (9), o programa Natureza Viva, da Rádio Nacional, homenageia o Dia Internacional dos Povos Indígenas com a trajetória de Dona Raimunda e o lançamento do livro 'Espaços de Peregrinação'. A edição vai ao ar às 9h.
Rádio Nacional homenageia Dia Internacional dos Povos Indígenas no domingo (9)
No domingo (9), às 9h, o programa Natureza Viva, da Rádio Nacional, celebra o Dia Internacional dos Povos Indígenas com uma edição dedicada às raízes e à espiritualidade dos povos originários da Amazônia. Apresentado por Mara Régia, o programa conta a trajetória de Dona Raimunda, personagem de devoção popular nos seringais do Acre, reconhecida por suas origens indígenas e reverenciada como símbolo de proteção às mulheres vítimas de violência.
Resposta direta: No domingo (9), às 9h, o programa Natureza Viva, da Rádio Nacional, homenageia o Dia Internacional dos Povos Indígenas. A edição apresenta a história de Dona Raimunda, símbolo de proteção às mulheres vítimas de violência, e lança o livro 'Espaços de Peregrinação', sobre a Reserva Extrativista Chico Mendes. A transmissão ocorre pela Rádio Nacional da Amazônia e emissoras parceiras.
O que esperar da edição especial do Natureza Viva
A edição deste domingo não se limita à homenagem. Ela traz o lançamento do livro Espaços de Peregrinação: a devoção nas estradas da seringa, obra que reúne histórias e memórias construídas a partir da convivência com as comunidades da Reserva Extrativista Chico Mendes. O tema reforça a importância da preservação das tradições culturais e religiosas presentes nos territórios amazônicos.
Além disso, a atração aborda outras iniciativas relacionadas ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, ampliando o debate sobre a valorização dos saberes, da cultura e da contribuição dos povos originários para a proteção da Amazônia. Quem ouve o programa encontra um espaço de escuta para vozes que raramente ocupam a mídia convencional.
Dona Raimunda: devoção e proteção nos seringais do Acre
A personagem central da edição é Dona Raimunda. Nos seringais do Acre, ela é reconhecida por suas origens indígenas e reverenciada como símbolo de proteção às mulheres vítimas de violência. A narrativa apresentada por Mara Régia destaca a força dessa figura como expressão de fé popular e resistência cultural.
A escolha da personagem não é casual. Ela conecta a espiritualidade dos povos originários a uma pauta urgente: a violência contra a mulher. O programa, assim, usa a devoção popular como porta de entrada para discutir temas sociais relevantes dentro do contexto amazônico.
O livro e a Reserva Extrativista Chico Mendes
O lançamento do livro Espaços de Peregrinação: a devoção nas estradas da seringa é um dos destaques da edição. A obra reúne histórias e memórias construídas a partir da convivência com as comunidades da Reserva Extrativista Chico Mendes. O título explicita o tema: a devoção que se manifesta nas estradas da seringa, onde o extrativismo e a fé se entrelaçam.
A reserva, que leva o nome do líder seringueiro, é um território simbólico para a luta ambiental no Brasil. O livro, ao registrar essas memórias, contribui para a preservação das tradições culturais e religiosas presentes nos territórios amazônicos. É um material que interessa tanto a estudiosos quanto a quem busca entender a diversidade cultural da região.
Natureza Viva: 30 anos de história na Rádio Nacional
No ar desde 1993, o Natureza Viva abre espaço para discussões com lideranças rurais da Amazônia. Entre os participantes estão ribeirinhos, pescadores, seringueiros, quebradeiras de coco babaçu, trabalhadores extrativistas, indígenas, além de associações de jovens e de mulheres. Apresentado e produzido por Mara Régia, o programa também divulga dicas para preservação do meio ambiente.
A longevidade da atração é um feito raro no rádio brasileiro. Três décadas depois, o programa mantém a proposta original: dar voz a quem vive a floresta e conhece suas dinâmicas na prática. Para o ouvinte, é uma oportunidade de acesso a conteúdo que dificilmente encontra espaço em outras mídias.
Onde ouvir o Natureza Viva neste domingo
O programa vai ao ar aos domingos, às 9h, pela Rádio Nacional da Amazônia, Rádio Nacional AM de Brasília, Rádio Nacional do Alto Solimões e emissoras parceiras que retransmitem a programação. Quem mora fora da Amazônia pode sintonizar pelas emissoras parceiras ou buscar a programação online.
A marca Rádio Nacional faz parte da história do país e conta, atualmente, com oito emissoras próprias em diferentes regiões do Brasil. São elas: Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional de São Paulo, Rádio Nacional de Brasília AM e FM, Rádio Nacional de Recife, Rádio Nacional de São Luís, Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.
Por que esta edição importa para quem acompanha cultura e meio ambiente
A edição especial do Natureza Viva não é apenas uma homenagem. Ela cumpre um papel informativo ao apresentar a Reserva Extrativista Chico Mendes e as comunidades que a habitam. Para o ouvinte interessado em cultura amazônica, é uma chance de conhecer histórias reais de devoção e resistência.
O programa também serve como contraponto à cobertura midiática centrada em grandes centros urbanos. Ao dar espaço a seringueiros, ribeirinhos e quebradeiras de coco babaçu, a atração revela uma Amazônia diversa, que vai além dos estereótipos de floresta intocada.
Perguntas Frequentes
Quando vai ao ar o programa especial da Rádio Nacional?
O programa Natureza Viva vai ao ar neste domingo (9), às 9h, pela Rádio Nacional da Amazônia, Rádio Nacional AM de Brasília, Rádio Nacional do Alto Solimões e emissoras parceiras.
Quem apresenta o Natureza Viva?
O programa é apresentado e produzido por Mara Régia, que comanda a atração desde 1993.
O que é o livro Espaços de Peregrinação?
É uma obra que reúne histórias e memórias construídas a partir da convivência com as comunidades da Reserva Extrativista Chico Mendes, abordando a devoção nas estradas da seringa.
Qual é a faixa etária recomendada para ouvir o programa?
O programa é voltado para o público adulto, mas pode ser ouvido por adolescentes interessados em cultura amazônica e meio ambiente. Não há conteúdo sensível, apenas menção à violência contra a mulher como tema de debate.
O programa prende a atenção de quem não é da Amazônia?
Sim. As histórias de devoção popular e a discussão sobre preservação ambiental têm apelo universal, especialmente para quem se interessa por questões sociais e culturais do Brasil.